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Lembra do primeiro Watch Dogs? Não estamos falando da aventura solar em São Francisco nem da bagunça procedural de Legion, mas sim daquele jogo escuro, urbano, que nos colocou nas ruas de Chicago como Aiden Pearce, um hacker solitário e vingativo.
Apesar das críticas e da recepção morna na época do lançamento, o jogo deixou uma marca única. E olhando para a trajetória da franquia, fica claro: o primeiro Watch Dogs merece uma nova chance.
Chicago, tecnologia e dor: a fórmula que funcionou
Na estreia da série, Watch Dogs nos deu uma cidade que não era só cenário, era parte da narrativa. Chicago tinha peso, identidade. Era suja, viva e cheia de segredos. E Aiden, por mais controverso que fosse, era um personagem com motivações humanas e palpáveis — vingança, trauma, responsabilidade.
Ele não era carismático como Marcus, nem versátil como os NPCs de Legion. Mas ele era crível. E isso fez toda a diferença na ambientação mais sombria e realista da série.
A mudança de rumo em Watch Dogs 2 e Legion
Não nos leve a mal — Watch Dogs 2 é um ótimo jogo. A troca do tom sombrio por uma pegada jovem, colorida e mais leve combinou com São Francisco e com a proposta mais descontraída da DedSec versão 2.0. Marcus e sua turma cativaram, e Wrench virou praticamente um ícone da geração.
Já Legion… tentou. A ideia de jogar com qualquer pessoa era promissora, mas o preço disso foi alto: perdemos o coração da narrativa. Sem protagonistas reais, sem uma história envolvente, o game virou um experimento tecnológico que funcionava no papel, mas não no sentimento.
Bloodline: o momento em que a série lembrou quem era

Foi só com o DLC Bloodline que a chama reacendeu. Nele, Aiden Pearce e Wrench retornam, juntos, em uma história que antecede os eventos de Legion. É ali que sentimos a conexão perdida: protagonistas com história, peso emocional e uma cidade com alma.
E não é coincidência que essa tenha sido a parte mais elogiada do jogo.
Watch Dogs precisa de um novo começo… ou um retorno
Diante disso, há dois caminhos possíveis e promissores para a franquia:
Um remake digno do primeiro jogo
A geração atual pode oferecer à Ubisoft a chance de reconstruir Chicago com fidelidade e ambição, além de aprimorar o que o jogo original já fazia bem: narrativa densa, hacking impactante e escolhas com consequências. Seria uma forma de corrigir o downgrade visual e dar à obra a atenção que merecia desde o início.
Uma continuação com Aiden mais velho
Aiden já deu as caras em Watch Dogs 2, Bloodline e até numa missão de Assassin’s Creed Origins.
Por que não dar a ele seu próprio “momento Ezio” — uma história de encerramento, mais madura e emocional, com os dilemas de um vigilante veterano?
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Aiden Pearce merece mais. Watch Dogs merece mais.
Não precisamos de mais experimentos. O que Watch Dogs precisa é reencontrar a identidade que brilhou em sua estreia, que teve lampejos em Bloodline, mas que foi deixada de lado em nome de inovações vazias.
Se for pra ter um Watch Dogs 4, que seja com propósito. Com alma. E, se possível, com Aiden de volta às ruas de Chicago, pronto pra encarar os fantasmas do passado — e quem sabe, finalmente, ter paz.
O post O primeiro Watch Dogs merece mais — e talvez seja hora de voltar a Chicago apareceu primeiro em PSBlog.