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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou nesta sexta-feira (17/1) que o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), preste depoimento à Polícia Federal (PF) para esclarecer a declaração dada em entrevista sobre contato entre o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o ex-presidente Jair Bolsonaro, apesar da proibição imposta pelo ministro. Mello disse que os dois “conversam muito”.
“Nosso presidente Valdemar conversa muito com o presidente Bolsonaro, que é o presidente de honra né? Espero que daqui um pouquinho eles possam conversar na mesma sala, né? Para se ajudar ainda mais”, afirmou o governador catarinense em entrevista à Jovem Pan na última segunda-feira (13/1).
Para Moraes, a declaração de Mello indica possível violação às medidas cautelares impostas pelo Supremo. O ministro deu prazo de até 15 dias para o esclarecimentos do governador. Leia a íntegra da decisão.
O ministro proibiu o contato entre Bolsonaro e Valdemar em fevereiro de 2024. Eles são investigados por suposta tentativa de golpe de Estado e organização criminosa. Ambos também estão proibidos de contato com os outros investigados no caso, seja pessoalmente, por telefone, e-mail, cartas ou qualquer outro método.
O JOTA contatou o presidente do PL, as assessorias do partido e do ex-presidente, mas não obteve resposta.
A decisão foi tomada no âmbito da Petição (Pet) 12.100.